6 dicas de decoração de casa para ter ambientes mais bonitos
02/10/2023

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Neste artigo, listamos os principais truques de decoração de casa para você conquistar os ambientes com os quais sempre sonhou

Bastam alguns minutos navegando no Archtrends ou no Pinterest para surgirem dezenas de inspirações para decoração de casa.

Mas entre cores que estão em alta, móveis bonitos e lançamentos de revestimentos, é comum chegar na pergunta: “como aplicar tudo isso no espaço que eu tenho e com o meu orçamento?”.

Para não se perder em meio a tantas referências, a primeira orientação é não tentar utilizar tudo que foi salvo.

Deve-se entender as características do ambiente que vai receber a decoração, os materiais que atendem às necessidades funcionais e estéticas e, principalmente, o seu estilo.

Afinal, uma casa bonita é aquela que reflete a personalidade de seus moradores.

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Confira, a seguir, algumas dicas para começar a decorar o seu lar!

1. Analise as características e os usos do ambiente

A primeira pergunta que deve ser respondida é: qual ambiente você deseja decorar?

A sala, por exemplo, pede mudança com alguma frequência, uma vez que normalmente é o espaço onde a família passa mais tempo, além de ser o ponto de encontro com os amigos em casa.

Se estivermos falando de uma sala de jantar e TV, é importante que ela seja devidamente equipada para as duas funções, com mesa, cadeiras, sofás e rack.

Algumas ainda servem de home office. Nesse caso, será preciso reservar um cantinho para a escrivaninha e uma cadeira.

A cozinha é o coração do lar.

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Se esse ambiente também serve para fazer refeições, invista em uma mesa de jantar ou em um balcão.

Já se o objetivo é somente preparar a comida, é interessante apostar em armários com portas de vidro, para que os utensílios se tornem objetos de decoração.

O quarto e o banheiro são ambientes com mais “licença poética”, pois preservam a intimidade dos moradores.

Pergunte-se: o quarto vai abrigar um closet ou uma escrivaninha? É possível aproveitar a luz do sol ou a iluminação artificial precisa ser reforçada mesmo durante o dia?

O banheiro será apenas funcional ou você quer acrescentar algumas plantas e outros itens, dando um ar de spa?

Definido o cômodo e seus usos, tire as medidas dele. Essa é uma etapa que norteará os próximos passos; a partir daí poderão ser escolhidos os melhores elementos.

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2. Aproveite o que você já tem

Depois de escolher o ambiente, observe quais são os móveis e objetos que você deseja manter ou descartar. Não há regras.

Uma dica valiosa, principalmente em casos de espaços e orçamentos enxutos, é entender o que reaproveitar.

Pode ser aquele sofá do qual a família não abre mão, o balcão entre a sala e a cozinha ou uma penteadeira antiga no quarto, por exemplo.

Muitas vezes, reformar um móvel de qualidade sai mais em conta do que comprar um novo.

Também vale transformar um móvel em objeto central. Quando elegemos um ponto de destaque, o restante pode seguir uma linha minimalista — com menos intervenções e, portanto, mais econômico.

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3. Descubra o seu estilo decorativo

Se a sua intenção é investir um pouco mais, talvez seja o momento de aprender sobre os principais estilos de decoração, para entender se alguns deles “dá match” com o que você procura.

Neoclássico

É um estilo caracterizado pela riqueza de detalhes, com elementos que trazem sofisticação e têm inspiração no passado.

Você pode incluí-lo na sua casa por meio de tapetes felpudos, lustres, castiçais, espelhos grandes, molduras trabalhadas, cortinas pesadas, peças estofadas e mobiliário imponente.

Moderno

Baseia-se na funcionalidade. Ou seja, os elementos decorativos ficam em segundo plano, para que os funcionais sejam priorizados.

Móveis planejados, linhas retas, metal, vidro e luz branca são características marcantes do estilo moderno.

Industrial

Lembra o estilo moderno. Apesar de ambos terem uma aparência mais “crua”, no industrial se destacam estruturas expostas e materiais rústicos, como cimento, tijolos e aço.

Na maioria das vezes, o layout não precisa de muitas divisões ou objetos de decoração, lembrando fábricas antigas.

Rústico

Muito conhecido por relembrar a decoração de residências do interior, é um estilo que valoriza a aparência dos materiais naturais, como a madeira.

Luzes amareladas, plantas e artesanato também ajudam a criar a atmosfera acolhedora típica de cidades pequenas.

Conhecer os estilos de decoração populares ajuda a compor ambientes harmônicos. Se um deles chamou a sua atenção, use e abuse das referências.

Agora, se o seu gosto combina com mais de um, não tenha medo de misturá-los. Entretanto, sem excessos, para que o espaço não fique “over”.

Comece por materiais universais, como madeira, e pequenos objetos de decoração, como tapetes e espelhos.

4. Aposte em uma paleta de cores para a decoração de casa

A paleta de cores é um aspecto muito importante do décor, pois ajuda a transmitir a mensagem que você deseja passar com cada ambiente.

O quarto, por exemplo, é um cômodo para relaxar. Portanto, pede tons neutros e frios, como verde, azul e violeta, que transmitem calma e tranquilidade. Nesse caso, o colorido pode aparecer em objetos de decoração ou roupas de cama.

Já cores mais vivas — como vermelho, laranja e amarelo — são consideradas estimulantes e, por isso, tendem a marcar presença em salas e escritórios.

Na cozinha e no banheiro, valem paletas tanto de tonalidades neutras quanto de vibrantes, com total destaque para os objetos.

Defina uma quantidade limite de cores para usar. A partir daí, fica fácil escolher os tons, que podem ser complementares ou análogos.

5. Escolha os revestimentos certos

A escolha dos revestimentos tende a fazer diferença na decoração de casa.

Uma boa alternativa é o porcelanato, que reproduz diversos tipos de materiais com fidelidade e pode ser aplicado em pisos, paredes e tetos.

Além disso, o produto é conhecido pela facilidade de limpeza e manutenção. Em geral, sua higienização requer apenas água, detergente neutro e pano limpo.

Para saber em qual ambiente e como aplicá-lo, primeiro deve-se entender que existem três tipos de acabamento: polido, natural e EXT.

Porcelanato polido

O porcelanato polido é conhecido por sua aparência lisa e brilhante. Portanto, é indicado para ambientes secos, como sala e quartos.

Portanto, o piso polido não pode ser aplicado em áreas externas ou molhadas, porque tende a ficar escorregadio. É possível aplicar o porcelanato polido nas paredes de áreas externas cobertas e ambientes molhados, como o banheiro.

Porcelanato natural

O porcelanato natural, como o próprio nome diz, é neutro. Isso faz dele muito resistente e pouco escorregadio.

Conta com uma superfície fosca, o que combina com ambientes que buscam conforto. Pode ser usado em qualquer área de espaços comerciais e residenciais, inclusive banheiros, cozinhas e lavanderias. Mas não é recomendado revestir piso de uma área externa descoberta.

Porcelanato EXT

Por fim, o porcelanato EXT é a versão mais rústica e resistente. Graças a isso, é indicado para áreas externas que tenham contato frequente com a água. É que sua superfície é abrasiva, o que ajuda a evitar escorregamentos.

6. Dê atenção à iluminação

Apesar de muitas vezes ser subestimada, a iluminação certa é capaz de transformar qualquer ambiente, pois ajuda a criar a atmosfera desejada.

Basicamente, existem dois tipos de iluminação: a direta e a indireta.

A iluminação direta é composta por lustres, spots, luminárias de mesa e de piso, abajures e pendentes. Normalmente é utilizada em espaços que precisam ser funcionais.

Já na iluminação indireta temos sancas, nichos e arandelas. Ela é indicada para ambientes que não necessitam de luz contínua ou são intimistas.

As lâmpadas utilizadas costumam ser brancas, para estimular a atenção, ou amarelas, para favorecer o relaxa

mento.

A luz natural também tem muito valor para a decoração de casa. Comece a perceber quando e onde ela aparece para aproveitá-la ao máximo. Isso ainda ajuda a economizar na conta de energia.

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