Veja quais são as profissões com os piores e os melhores salários do Brasil em 2023
24/10/2023

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Professores de pré-escola no Brasil enfrentam baixos salários, revela estudo Um recente estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV IBRE) revelou uma realidade preocupante para os professores de pré-escola no Brasil.

Os dados, coletados no segundo trimestre de 2023 a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indicam que esses profissionais, juntamente com outros ligados à área educacional, estão enfrentando salários bastante reduzidos, mesmo possuindo nível superior de formação.

De acordo com os resultados da pesquisa, os professores de pré-escola no Brasil apresentam um rendimento médio de R$ 2.285 mensais, o que os coloca na posição de profissionais com ensino superior menos remunerados no país.

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Logo a seguir, estão outros profissionais da área educacional, como professores de ensino fundamental, artes e música, com salários em torno de R$ 2.554. Essa constatação expõe a disparidade entre o comprometimento e a importância das funções desempenhadas por esses profissionais no sistema educacional e a remuneração que recebem.

Por outro lado, a pesquisa também destacou as profissões mais bem remuneradas, onde médicos especialistas lideram o ranking com salários que ultrapassam os R$ 18 mil. Matemáticos, geólogos, engenheiros mecânicos e desenvolvedores de software também figuram entre os profissionais mais bem pagos do país.

Embora o rendimento médio dos professores tenha experimentado um crescimento real ao longo da última década, a profissão ainda permanece mal remunerada em comparação com outras ocupações.

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A remuneração dos professores e de outros profissionais da área educacional ainda está consideravelmente abaixo da média das profissões mais bem pagas.

No entanto, destaca-se o aumento da valorização salarial dos desenvolvedores de páginas de internet e multimídia, que experimentaram um crescimento de 91% em seus rendimentos médios ao longo da última década.

Esse aumento se deve ao avanço tecnológico na sociedade, bem como ao impacto da pandemia de coronavírus, que acelerou a necessidade de ferramentas de trabalho mais tecnológicas e inovadoras em diversas áreas.

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